Pedro Magalhães

Margens de Erro

Bayrou e as sondagens

Posted April 5th, 2007 at 1:09 am4 Comments

Bayrou e Le Pen, a 3 de Abril

Posted April 3rd, 2007 at 10:17 am4 Comments


by Pedro Magalhães

Sarko e Ségo, a 3 de Abril

Posted April 3rd, 2007 at 10:14 am4 Comments


by Pedro Magalhães

Outlier: a Tapada das Necessidades

Posted April 2nd, 2007 at 5:48 pm4 Comments

Há quase um ano, escrevi isto neste blogue. Na edição de ontem do Público explica-se como se chegou a esta situação. Não consigo fazer um link à notícia, mas penso poder resumir: ministros e directores-gerais de vários governos, associações e ex-presidentes, todos metidos ao barulho. Protocolos assinados e não cumpridos e decisões casuísticas que se revogam umas às outras. E já promete tribunais, o que, como bem sabemos, permitirá certamente a resolução célere do assunto. O habitual.

by Pedro Magalhães

Soigne ta droite

Posted March 28th, 2007 at 5:10 pm4 Comments

Em quatro sondagens recentes, Sarko e Ségo estão tecnicamente empatados. Quem diria?

CSA, 22/3:
Sarko, 26%; Ségo, 26%.

TNS-Sofres, 22/3:
Sarko, 28%; Ségo, 26,5%.

IFOP, 23/3:
Sarko, 26%; Ségo, 25%.

Louis-Harris, a mais recente, 24/3:
Sarko, 27%; Ségo, 27%.

IPSOS e BVA estão a dar margens maiores, mas mesmo assim..

P.S. - O BVA já não. Sarko, 28%; Ségo, 27%.

by Pedro Magalhães

Grandes portugueses, 2º e último post

Posted March 27th, 2007 at 6:07 pm4 Comments

Os institutos de sondagens que trabalham em Portugal, ou qualquer associação ou organismo que os representasse, deveriam ter dito alguma coisa sobre os resultados do concurso antes de eles serem conhecidos. Não necessariamente no sentido de criticar o programa mas sim de explicar os limites do exercício. Agora é tarde. Soa tudo um bocado a falso, como se se quisesse deslegitimar o resultado em concreto e não todo o processo. Eu disse alguma coisa, aqui, mas eu sou só eu e isto é só um blogue. Mais um elemento a considerar quando se pensar na lamentável ausência de uma instância de auto-regulação dos institutos de sondagens, que a APODEMO, compreensivelmente mais voltada para os estudos de mercado, não consegue suprir.

Isto não impede que se discuta o concurso como fenómeno "mediático" ou "cultural". Aí sim, estejam à vontade. Nem impede sequer que o concurso seja visto como tendo alguma "bondade" intrínseca, no sentido em que promoveu - será que promoveu? - alguma discussão - entre quem? - séria - em parte - sobre a história - recente - e a identidade portuguesas.

O que já percebo menos é o que terá passado pela cabeça do meu amigo André Freire para analisar os resultados como fruto de "uma militância de protesto contra a democracia, a classe política actual" como relectindo "um certo falhanço da democracia" ou um "défice de explicação aprofundada do que foi o regime e das vantagens que vieram com a democracia". O ponto é este, e muito simples: os resultados não merecem análise. O que eles significam e representam é completamente indeterminado. E quando a inferência descritiva é deficiente, a inferência explicativa é uma pura perda de tempo.

P.S- O que o André Azevedo Alves diz aqui seria correcto se dispuséssemos de um qualquer outro elemento dos resultados para além da distribuição de frequências do sentido de voto. Se soubéssemos, por exemplo, as características socio-demográficas ou as atitudes políticas dos votantes no concurso, poderíamos compará-las com as da população em geral, ou procurar relações entre essas características e o sentido de voto. Contudo, não creio que essa informação tenha sido recolhida.

by Pedro Magalhães

Sarko menos (mas dispersão considerável)

Posted March 26th, 2007 at 11:25 am4 Comments


by Pedro Magalhães

Bayrou estável (mas com mais dispersão)

Posted March 26th, 2007 at 11:25 am4 Comments


by Pedro Magalhães

Ségo estável

Posted March 26th, 2007 at 11:14 am4 Comments

by Pedro Magalhães

França, 26 de Março

Posted March 26th, 2007 at 11:11 am4 Comments

O ritmo de divulgação de sondagens para as presidenciais francesas é alucinante. Para que não nos percamos, eis o ponto de situação (cliquem na imagem para aumentar):

by Pedro Magalhães