Pedro Magalhães

Margens de Erro

Ségo estável

Posted March 26th, 2007 at 11:14 am4 Comments

by Pedro Magalhães

França, 26 de Março

Posted March 26th, 2007 at 11:11 am4 Comments

O ritmo de divulgação de sondagens para as presidenciais francesas é alucinante. Para que não nos percamos, eis o ponto de situação (cliquem na imagem para aumentar):

by Pedro Magalhães

O homem, afinal, dá-me razão

Posted March 23rd, 2007 at 10:33 am4 Comments

Várias sondagens conduzidas nos últimos dias sobre as presidências francesas: TNS, BVA, CSA, Louis-Harris e, claro, a tracking poll da IPSOS.

Média das últimas três sondagens (BVA, IPSOS e CSA, entre os dias 20 e 22 de Março):

Sarkozy: 29%
Ségolène: 25%
Bayrou: 18%

Bayrou desce, portanto, enquanto Ségo e Sarko dão sinais de subida. O que tem de ser tem muita força. Dito isto, há discrepâncias muito importantes entre as sondagens. Basta dizer que a CSA coloca Sarko e Ségo empatados.

by Pedro Magalhães

Em pousio

Posted March 19th, 2007 at 1:21 pm4 Comments

Até 6ª feira.

by Pedro Magalhães

França

Posted March 16th, 2007 at 11:17 am4 Comments

Uma análise preciosa dos resultados das sondagens em França, no forum da IPSOS. Alguns destaques:

1. "Alors que depuis fin février, le score de Nicolas Sarkozy était stable au-dessus des 30% d'intentions de vote, il vient de perdre 4,5 points sur les 5 derniers jours (28,5% sur la mesure du 14 mars). On enregistre moins de mouvements autour de la candidature de Ségolène Royal, qui capte environ un quart des intentions de vote 1er tour. La dynamique est en revanche particulièrement favorable à François Bayrou, qui a gagné 10 points d'intentions de vote en un mois (23% aujourd'hui)." (agradeço e retribuo a confiança do João Gonçalves, mas acho que ele não leu o meu post que cita aqui com suficiente atenção. É que os problemas de Ségo já vieram à tona há muito tempo. São os problemas de outros que começam a vir à tona agora...).

2. "Jean Peyrelevade analyse la dynamique favorable à François Bayrou comme résultant du succès d'un discours "non démagogique", sans promesse non financée, qui évite la "réponse catégorielle systématique", c'est-à-dire le fait de donner verbalement satisfaction à chacune des catégories de personnes croisées pendant la campagne (infirmières, ouvriers d'airbus, enseignants, agriculteurs etc.). Pour lui, l'état de crise du pays, morale et intellectuelle, rend aujourd'hui recevable une réponse globale : "un projet politique général, cohérent, pas toujours très précis mais non démagogique et non catégorielle". Eric Dupin est d'accord avec cette proposition, que l'état de crise de la société française explique le succès de François Bayrou. (..) "Cela étant, il y a aussi dans le succès de François Bayrou l'état de défiance à l'égard de la classe politique. De ce point de vue là, les positions d'hostilité au système politique et médiatique ont lourdement contribué à sa progression."

3. "Les candidatures de Nicolas Sarkozy et François Bayrou ont en commun d'attirer au-delà de leur sensibilité politique d'origine. Nicolas Sarkozy bénéficie depuis quelques mois du soutien d'une partie des sympathisants du Front National et de l'UDF, quand François Bayrou mord sur l'électorat socialiste, et plus récemment UMP."

4. "Dans le détail, on relèvera surtout la perméabilité de l'opinion à une série de réformes 'de droite' . La majorité des Français se déclare favorable à l'alignement des régimes spéciaux de retraite sur le régime général, à la mise en place d'un système plus sélectif avant le baccalauréat, à l'assouplissement du droit du travail sur les conditions d'embauche et de licenciement des salariés, à la remise en cause de la loi sur les 35 heures."

5. "Pierre Giacometti termine l'exposé des données d'opinion en présentant les niveaux de fermeté du choix électoral par candidat, un des points clés de l'instabilité du rapport de force actuel. Avant la dégradation rapide et brutale de Jean-Pierre Chevènement il y a 5 ans, à peine la moitié des électeurs qui déclaraient une intention de vote en sa faveur déclaraient ce choix définitif. Aujourd'hui, la fermeté du choix "François Bayrou" est au même niveau, ce qui ouvre le champ des possibles. "

by Pedro Magalhães

Tendências França

Posted March 15th, 2007 at 1:44 pm4 Comments

Nada de muito novo, mas não faz mal voltar a olhar. A tentação, à medida que Bayrou se aproxima de Ségolène, é vê-la a ela como a mais ameaçada na passagem à 2ª volta. E é certamente correcto. Mas reparem como, nos últimos tempos, é Sarkozy o mais afectado pela subida de Bayrou. Há uma crescente convergência na intenção de voto para os três candidatos. E for assim:

- conseguirá Bayrou suster os seus eleitores que ainda se dizem incertos sobre a sua opção (em maior número do que os eleitores de Ségo ou Sarko)?

- e se não conseguir, para onde irão eles?

Ségo:




Sarko:



Bayrou:


by Pedro Magalhães

França: mais três sondagens

Posted March 15th, 2007 at 11:37 am4 Comments

BVA, CSA e IPSOS (rotação completa da amostra na tracking poll). Médias:

Sarkozy: 28%
Ségolène: 24%
Bayrou: 22%

by Pedro Magalhães

Outlier: a carta do Ministro

Posted March 13th, 2007 at 10:25 am4 Comments

Anda muita gente preocupada com a centralização de poder em José Sócrates e no Ministério da Administração Interna. Paulo Gorjão tem feito o inventário do que se tem escrito sobre o tema. Confesso que também andava inquieto, mas hoje fiquei muito mais descansado. Na página 38, o Público divulga uma carta do Ministro da Administração Interna, António Costa, dirigida a Paulo Ferreira, subdirector do jornal, onde, depois de contestar as suas afirmações em editoriais dos dias 3 e 9, conclui da seguinte forma:

"Até lá sugiro, que, para a próxima, pense três vezes antes de me insultar novamente".

Uma pessoa, assim, até fica mais descansada. Tento imaginar Michael Chertoff, Secretário do Departamento de Homeland Security, a escrever uma carta como esta a Bill Keller, do New York Times ("Until then I suggest that, next time, you think three times before insulting me again") e não consigo. Já consigo imaginar Bill Keller a ser inspeccionado pelo IRS, escutado pelo FBI e vigiado pela CIA, mas a receber uma carta estilo "cabeçada à Cais do Sodré" é mais difícil. O que até pode ser um bom sinal: quem realmente tem poder não fala assim.

by Pedro Magalhães

França: três novas sondagens

Posted March 12th, 2007 at 10:45 am4 Comments

IPSOS (rotação completa da amostra da tracking poll); IFOP (já mencionada aqui anteontem); e TNS-Sofres, com trabalho de campo terminado entre os dias 8 e 10, e com metodologias muito semelhantes. Média dos três primeiros:

Sarkozy: 29%
Ségolène: 25%
Bayrou: 23%

by Pedro Magalhães

Mas o homem insiste em desmentir-me

Posted March 10th, 2007 at 8:34 pm4 Comments

Sondagem que sai amanhã, do IFOP (9 Março, N= 881, Quotas, Telefónica):

Sarko: 28%
Ségo: 23%
Bayrou: 23%

Bayrou apanha Ségolène. E esta?

by Pedro Magalhães