Pedro Magalhães

Margens de Erro

Gráfico actualizado

Posted May 13th, 2011 at 9:16 pm4 Comments

Já com Marktest e Intercampus mais recentes:

by Pedro Magalhães

Intercampus, 7-12 Maio, N=1029, Tel.

Posted May 13th, 2011 at 9:15 pm4 Comments

PS: 36,8% (+2,0)
PSD: 33,9% (-3,1)
CDS-PP: 13,4% (+2,9)
CDU: 7,4% (-0,5)
BE: 6,0% (-1,0)

Estou a comparar não com a última sondagem da Intercampus, mas sim com a imediatamente anterior a essa, dado que esta partilha 40% da amostra com a que terminou dia 8. Decidi também eliminar a sondagem anterior da base de dados a partir da qual faço os gráficos, de forma a ter apenas amostras independentes. Sei que em parte estou a perder informação, mas acho preferível assim.

P.S.- Este post já foi mudado três vezes de tão mal escrito que estava. Teve uma versão anterior, e outra anterior a essa, sendo que a segunda foi anterior à primeira, etc.

by Pedro Magalhães

Menções na twitosfera desde dia 28 até 19h do dia 12

Posted May 13th, 2011 at 5:39 pm4 Comments

by Pedro Magalhães

Sócrates vs. Louçã na twitosfera (19h de 11 de Maio até 19h de 12 de Maio)

Posted May 13th, 2011 at 5:38 pm4 Comments

by Pedro Magalhães

Capítulo 1

Posted May 12th, 2011 at 11:59 am4 Comments

Para abrir o apetite (ou para o matar definitivamente), com a autorização da FFMS, partilho aqui o primeiro capítulo do livro (.pdf).

by Pedro Magalhães

Evolução do share de menções na twitosfera

Posted May 12th, 2011 at 11:52 am4 Comments

Dados do REACTION. As cores explicam-se a si próprias, creio. Muita volatilidade, poucos dias, é o que há. Mas já é sugestivo.

by Pedro Magalhães

House effects

Posted May 12th, 2011 at 9:18 am4 Comments

Sei que quem apanhe estas discussões a meio pode não fazer ideia do que significa o título deste post, por isso deixem-me repetir o texto de um post anterior (quem já leu salte para o fim):

1. O gráfico que contém todas as estimativas - vamos chamar-lhe "Mr. Smoother" - faz o seu trabalhinho da seguinte forma: pega em cada observação e transforma-a numa observação "amaciada", usando para esse efeito um sub-conjunto de observações na sua vizinhança (no caso, 2510% do total das observações) e dando mais peso àquelas que estão mais próximas. Juntando os pontos "amaciados" ficamos com uma linha cuja variabilidade é inferior à real variabilidade dos dados e que, desejavalmente, nos permite visualizar melhor tendências sem estarmos a ser confundidos por ruído aleatório.

O problema de Mr. Smoother é que é um bocadinho ingénuo: se eu lhe atirar com 50 sondagens de um instituto e uma de outro para cima, ele ignora esse facto e continua com o seu trabalhinho como se nada fosse. Mas compensa essa ingenuidade com um sólido conservadorismo: como "tempera" cada observação com informação das observações vizinhas, Mr. Smoother não se deixa enganar facilmente por flutuações irrelevantes e, para dizer que algo está a mudar, exige ser convencido e persuadido repetidamente. Só se lhe mostrar várias observações consecutivas que apontam na mesma direcção é que ele se decide a dizer que algo está a mudar. Não lhe fica mal.

2. O Dr. House Effects (PhD) é toda uma outra personalidade: chega ao fim de um mês e grita "Subiu!", "Desceu!", "Não mudou!" em comparação com o mês anterior. E diz estas coisas mesmo se eu só lhe mostrar uma sondagem para esse mês. Como é que a criatura se arrisca a dizer uma coisa destas? Bem, a diferença entre o Dr. House Effects e o Mr. Smoother é que o primeiro, quando diz qualquer coisa, olha para todas as observações desde 2005. E sabe uma coisa sobre cada uma delas que o Mr. Smoother resolve ignorar: que instituto fez cada sondagem.

Tomando essa informação em conta, o Dr. House Effects apura que, ao longo de todo o período, há institutos que tendem a dar melhores ou piores resultados para um determinado partido. E quando lhe dizem que um determinado resultado veio de um determinado instituto, o Dr. House Effects toma essa informação em conta para estimar um resultado para cada mês. Ele não diz que esse resultado é o resultado "certo". Esse assunto não o interessa. O que lhe interessa é dar resultados mensais comparáveis uns com os outros, independentemente do "mix" particular de institutos que fizeram sondagens em cada mês. Gosta de arriscar e pode-se mais facilmente espatifar, ao contrário do Sr. Smoother. Mas é menos ingénuo que o seu colega.

O Sr. Smoother vai falar amanhã, quando tiver nas mãos a sondagem da Intercampus. mas o que o Dr. House Effects gostaria de dizer neste momento é que:

- A sondagem da Marktest não muda uma conclusão que já se tirava das anteriores: a comparação de Abril com esta primeira metade de Maio sugere que o PS terá deixado de subir nas sondagens.
- A descida do PSD de Abril para a primeira metade de Maio vê-se algo mitigada, mas continua a aparecer nos dados.
- Confirma-se subida do CDS.

by Pedro Magalhães

Marktest, 9-10 Maio, N=805, Tel.

Posted May 12th, 2011 at 12:12 am4 Comments

A notícia é um bocado críptica sobre percentagens mas com jeito vai-se lá:

PSD: 39,7% (+4,4)
PS: 33,4% (-2,7)
CDS-PP: 9,0% (+1,5)
CDU: 6,5% (-1,6)
BE: 4,8% (-1,2)

by Pedro Magalhães

Passos Coelho vs. Jerónimo (10-11 Maio)

Posted May 11th, 2011 at 10:41 pm4 Comments




















Não mudei a escala à esquerda do dia anterior só para percebermos como Passos Coelho e Jerónimo de Sousa geraram muito menos menções na twittosfera que Portas e Sócrates. Saldo entre menções positivas e negativas muito parecido para os dois.

by Pedro Magalhães

Intercampus

Posted May 11th, 2011 at 11:40 am4 Comments

A Intercampus está mesmo a usar uma tracking poll no trabalho para a TVI e o Público. Em cada resultado ventilado, 60% da amostra é nova e 40% faz parte da amostra anterior. Tudo normal. Nem é a primeira vez que se faz - e já se faz há bastante tempo nas sondagens partidárias - com a diferença de que, neste caso, a renovação feita de cada vez que se ventilam resultados é maior (também porque as divulgações não são diárias). A única coisa a tomar em conta, então, é que os diferentes resultados não são de amostras completamente independentes.

by Pedro Magalhães