Pedro Magalhães

Margens de Erro

CESOP/Católica, 30Jan-1Fev, N=801, Tel. "Caso Freeport"

Posted February 3rd, 2009 at 9:10 am4 Comments

O relatório-síntese da sondagem pode ser descarregado aqui.

by Pedro Magalhães

(Atrasada): Intercampus, 17-21 Janeiro, N=609, Tel.

Posted February 2nd, 2009 at 5:56 pm4 Comments

PS: 42,3%
PSD: 27%
BE: 12,2%
PCP: 11,9%
CDS-PP: 5,7%

Estes resultados foram apresentados na última 6ª feira, em comparação com os da sondagem que terminou dia 28. Mas não os consegui ver apresentados na emissão da TVI da 6ª feira anterior (onde apenas se mostrou a "pontuação" dos líderes políticos). Acho que faz sentido, contudo, tomá-los em conta.

by Pedro Magalhães

Intercampus, 23 a 28 Janeiro, N=621, Tel.

Posted February 2nd, 2009 at 5:36 pm4 Comments

PS: 36,9%
PSD: 31,4%
BE:13,6%
PCP: 13%
CDS-PP:5,1%

A soma destes resultados dá 100%, pelo que a projecção não contempla votos para outros partidos, brancos e nulos.

Obrigado, Helena.

by Pedro Magalhães

Intercampus

Posted February 1st, 2009 at 8:11 pm4 Comments

Não consigo descobrir os resultados da sondagem divulgada 6ª feira na TVI. Alguém sabe?

by Pedro Magalhães

Marktest, 20-23 Janeiro, N=809

Posted January 31st, 2009 at 12:45 pm4 Comments

PS: 39,6%
PSD: 24,9%
CDU: 11,9%
BE: 10,1%
CDS-PP: 9,7%

O título no Semanário Económico - "José Sócrates está mais longe da maioria absoluta" - é um caso interessante. A jornalista esperaria perdas em relação à última sondagem, devido ao caso Freeport. Mas o trabalho de campo acabou a 23, pelo que não poderia reflectir claramente quaisquer efeitos do caso. Logo, uma perda de 0,5 pontos percentuais em relação a Novembro passado, que normalmente significaria "estabilidade", passa a significar "José Sócrates está mais longe da maioria absoluta".

by Pedro Magalhães

Intervalo higiénico

Posted January 30th, 2009 at 3:15 pm4 Comments

Para quem se interessa por política, como eu, os últimos dias têm sido animados. Mas hoje à tarde, um intervalo. Já estou, pelo menos em relação a isto, como o João Gonçalves: ponho isto (por acaso o que tenho é o Schiff, mas não faz mal) no leitor de CD's e, dois segundos depois, fica-se a achar que esta fantochada toda, esta gente - eu incluído -e este país não têm, afinal, importância de espécie alguma. Experimentem clicar e vejam lá se não é.



Já me passa.

by Pedro Magalhães

Tempo político

Posted January 30th, 2009 at 1:29 pm4 Comments

A Marina Costa Lobo, minha colega no ICS, tem agora um blogue: Tempo Político. Já dá para perceber que vai valer a pena seguir. Gostei especialmente do post a propósito de Samuel Huntington, onde se ilustra uma tendência do Embaixador José Cutileiro para falar de coisas sobre as quais nada sabe. Não é a primeira vez.

by Pedro Magalhães

Shortcuts

Posted January 26th, 2009 at 11:19 am4 Comments

Aqui ao lado, na barra lateral, encontram ligações directas para dois gráficos. Um é um scatterplot para todas as sondagens, enquanto o outro tem as estimativas mensais controlados os "house effects".

by Pedro Magalhães

Linhas de referência

Posted January 23rd, 2009 at 11:07 pm4 Comments

Daqui a umas semanas, o gráfico que mostrei num post abaixo vai ter, para além dos dados das sondagens que se seguirem, uma linha de referência adicional. Vou marcá-la no dia 21 de Janeiro e vou-lhe dar o título "Freeport".

by Pedro Magalhães

House effects

Posted January 23rd, 2009 at 12:46 pm4 Comments

Um dos problemas dos gráficos anteriores é o facto de as diferentes estimativas não serem rigorosamente comparáveis entre si. Aquilo que gostaríamos de ter para apreciarmos a existência de tendências nas intenções de voto seriam estimativas cuja variação de um momento para outro se devesse apenas a dois factores: ruído aleatório (inevitável tendo em conta que estamos a lidar com amostras) e mudanças reais nas preferências dos eleitores. Mas o problema é que lidamos com sondagens de diferentes institutos, em números diferentes de instituto para instituto, e cujos resultados são afectados por escolhas e práticas metodológicas próprias que afectam os resultados, os chamados "house effects".

Como limpamos os resultados destes "house effects"? O meu problema, claro, é que à medida que estas questões se complicam a minha rudimentar econometria começa a patinar. Mas socorro-me de Robert Erikson e Christopher Wlezien, que sugerem o seguinte procedimento:

1. Estimar um modelo de regressão linear para os resultados para cada partido de todas as sondagens, onde se introduzem variáveis mudas para cada instituto de sondagens (no nosso caso 5-1 dummies).

2. Acrescentar ao modelo dummies para períodos temporais;

3. Omitir a constante do modelo.

Os coeficientes para cada uma das dummies de período temporal são a estimativa de resultados eleitorais para cada período e para cada partido ajustada em relação aos "house effects". Feita a operação, trabalhando com períodos temporais mensais, obtemos o seguinte:


O lado simpático disto é que não é muito diferente dos gráficos mostrados aqui, que se limitam a usar todos os dados de todas as sondagens. Mas o que farei daqui em diante - a não ser que me mostrem que isto é um disparate - é apresentar ambos os gráficos.

by Pedro Magalhães