Pedro Magalhães

Margens de Erro

Intercampus, 23 a 28 Janeiro, N=621, Tel.

Posted February 2nd, 2009 at 5:36 pm4 Comments

PS: 36,9%
PSD: 31,4%
BE:13,6%
PCP: 13%
CDS-PP:5,1%

A soma destes resultados dá 100%, pelo que a projecção não contempla votos para outros partidos, brancos e nulos.

Obrigado, Helena.

by Pedro Magalhães

Intercampus

Posted February 1st, 2009 at 8:11 pm4 Comments

Não consigo descobrir os resultados da sondagem divulgada 6ª feira na TVI. Alguém sabe?

by Pedro Magalhães

Marktest, 20-23 Janeiro, N=809

Posted January 31st, 2009 at 12:45 pm4 Comments

PS: 39,6%
PSD: 24,9%
CDU: 11,9%
BE: 10,1%
CDS-PP: 9,7%

O título no Semanário Económico - "José Sócrates está mais longe da maioria absoluta" - é um caso interessante. A jornalista esperaria perdas em relação à última sondagem, devido ao caso Freeport. Mas o trabalho de campo acabou a 23, pelo que não poderia reflectir claramente quaisquer efeitos do caso. Logo, uma perda de 0,5 pontos percentuais em relação a Novembro passado, que normalmente significaria "estabilidade", passa a significar "José Sócrates está mais longe da maioria absoluta".

by Pedro Magalhães

Intervalo higiénico

Posted January 30th, 2009 at 3:15 pm4 Comments

Para quem se interessa por política, como eu, os últimos dias têm sido animados. Mas hoje à tarde, um intervalo. Já estou, pelo menos em relação a isto, como o João Gonçalves: ponho isto (por acaso o que tenho é o Schiff, mas não faz mal) no leitor de CD's e, dois segundos depois, fica-se a achar que esta fantochada toda, esta gente - eu incluído -e este país não têm, afinal, importância de espécie alguma. Experimentem clicar e vejam lá se não é.



Já me passa.

by Pedro Magalhães

Tempo político

Posted January 30th, 2009 at 1:29 pm4 Comments

A Marina Costa Lobo, minha colega no ICS, tem agora um blogue: Tempo Político. Já dá para perceber que vai valer a pena seguir. Gostei especialmente do post a propósito de Samuel Huntington, onde se ilustra uma tendência do Embaixador José Cutileiro para falar de coisas sobre as quais nada sabe. Não é a primeira vez.

by Pedro Magalhães

Shortcuts

Posted January 26th, 2009 at 11:19 am4 Comments

Aqui ao lado, na barra lateral, encontram ligações directas para dois gráficos. Um é um scatterplot para todas as sondagens, enquanto o outro tem as estimativas mensais controlados os "house effects".

by Pedro Magalhães

Linhas de referência

Posted January 23rd, 2009 at 11:07 pm4 Comments

Daqui a umas semanas, o gráfico que mostrei num post abaixo vai ter, para além dos dados das sondagens que se seguirem, uma linha de referência adicional. Vou marcá-la no dia 21 de Janeiro e vou-lhe dar o título "Freeport".

by Pedro Magalhães

House effects

Posted January 23rd, 2009 at 12:46 pm4 Comments

Um dos problemas dos gráficos anteriores é o facto de as diferentes estimativas não serem rigorosamente comparáveis entre si. Aquilo que gostaríamos de ter para apreciarmos a existência de tendências nas intenções de voto seriam estimativas cuja variação de um momento para outro se devesse apenas a dois factores: ruído aleatório (inevitável tendo em conta que estamos a lidar com amostras) e mudanças reais nas preferências dos eleitores. Mas o problema é que lidamos com sondagens de diferentes institutos, em números diferentes de instituto para instituto, e cujos resultados são afectados por escolhas e práticas metodológicas próprias que afectam os resultados, os chamados "house effects".

Como limpamos os resultados destes "house effects"? O meu problema, claro, é que à medida que estas questões se complicam a minha rudimentar econometria começa a patinar. Mas socorro-me de Robert Erikson e Christopher Wlezien, que sugerem o seguinte procedimento:

1. Estimar um modelo de regressão linear para os resultados para cada partido de todas as sondagens, onde se introduzem variáveis mudas para cada instituto de sondagens (no nosso caso 5-1 dummies).

2. Acrescentar ao modelo dummies para períodos temporais;

3. Omitir a constante do modelo.

Os coeficientes para cada uma das dummies de período temporal são a estimativa de resultados eleitorais para cada período e para cada partido ajustada em relação aos "house effects". Feita a operação, trabalhando com períodos temporais mensais, obtemos o seguinte:


O lado simpático disto é que não é muito diferente dos gráficos mostrados aqui, que se limitam a usar todos os dados de todas as sondagens. Mas o que farei daqui em diante - a não ser que me mostrem que isto é um disparate - é apresentar ambos os gráficos.

by Pedro Magalhães

Tendências

Posted January 23rd, 2009 at 11:00 am4 Comments

Num comentário a um post anterior, diz-se que "normalmente sobem primeiro os partidos mais contestatários e mais perto das eleições é que os partidos com reais hipoteses de constituir uma alternativa de governo começam a subir. Foi assim com Durão Barroso quando subiu a 1º ministro."

Será? Não sei. Gostava de ver dados. A única coisa que tenho são dados sobre os três meses anteriores às eleições de 2002:

Aqui, sucedeu exactamente o contrário do que o leitor sugere. Em 2005 a hipótese também não se confirma. Mas os períodos são curtos . Tudo depende do que significa "mais perto".

by Pedro Magalhães

Comentários

Posted January 22nd, 2009 at 11:01 am4 Comments

Desde que abri a caixa há uns meses, ainda não rejeitei qualquer comentário. Até hoje. Só para ficar registado, não publicarei comentários com insultos dirigidos a outras pessoas (se forem insultos dirigidos a mim provavelmente até publico). Os restantes critérios decidirei à medida que for recebendo os comentários, porque aqui quem decide o que aparece sou eu e publico aquilo que muito bem me apetecer. Mas sempre que rejeitar algum aviso, para terem uma ideia da taxa de rejeição.

by Pedro Magalhães