Pedro Magalhães

Alguns gráficos do Trocas de Opinião

Médias móveis das últimas 20 transacções, ponderado o número de títulos transaccionados, desde o início da vigência do contrato até hoje:

1. Paulo Rangel próximo Presidente do PSD? (início a 12-10-2009):

2. Pedro Passos Coelho próximo Presidente do PSD? (início a 12-10-2009):

3. Governo cai antes de Setembro de 2010 (início a 2-10-2009):

4.Défice vai ficar acima dos 8% (início a 17-11-2009):

5. Cavaco Silva recandidata-se à Presidência (início a 2-10-2009):

2 Comments

  1. João Vasco says:

    Pedro Magalhães:

    Se me permite, gostaria de apresentar mais uma sugestão, para uma pequena alteração no interface.

    Numa bolsa de valores “normal” existem tantas transacções a ser efectuadas, tanta liquidez, que o nomral é que a última transacção esteja sempre algures no meio ente as melhores ofertas de compra e venda por concretizar, as quais estarão sempre relativamente próximas. Assim, quando uma acção “sobe”, isso significa quase de certeza que é possível vendê-la mais cara; e vice versa. Neste sentido a contação (valor da última transação), e as suas subidas são um indicador importante que condiciona o comportamento dos operadores.

    No entanto, o trocas (por enquanto, espero 🙂 ) não tem este volume de negócios.
    Assim sendo, é comum que as cotações não estejam no intervalo entre as duas melhores ofertas (compra e venda).

    Por outro lado, é possível que as ofertas mudem bastante no sentido positivo ou negativo, e mesmo assim não ocorra qualquer transacção (pois não há assim tantas ordens em espera).

    Assim sendo, para os operadores, mais que o “índice” ou a “cotação”, seria relevante um indicador que fizesse a média entre a melhor oferta de compra (0, se não existir nenhuma), e a melhor oferta de venda (100, se não existir nenhuma). Isto permite uma rápida percepção que diz ao operador se os títulos são considerados mais ou menos acessíveis. Se ele quer vendê-los ou comprá-los. Assumiria o papel que a cotação tem nas bolsas tradicionais.

    Digo isto porque tenho sempre de pedir a lista detalhada para entender se houve de facto alterações de relevo. As cotações não me dão essa informação, e é na verdade uma informação que não uso assim tanto.

    E foram estes gráficos que me lembraram isso. Neste momento o “trocas” valoriza muito mais Paulo Rangel do que Pedro Passos Coelho. As ofertas de compra e venda do primeiro são de 50 e 55 se não estou em erro, e para Pedro Passos Coelho são de 35 e 33. Ainda assim, esses gráficos dos índices passam uma imagem enganadora (se não me engano, o mesmo acontece com as cotações, não é só a “inércia” do índice, é mesmo a ausência de transacções).

  2. João Vasco says:

    Aproveito o balanço e deixo outra sugestão.

    Existe um ranking por contrato, mas seria bem interessante ter também um ranking global.

    Na minha opinião, a riqueza de cada jogador poderia ser obtida multiplicando cada “acção” pela respectiva cotação (incluindo as negativas) e somando esse resultado para a sua “carteira” ao número de “trocos” disponíveis.

    Aqui poderiam ser feitos dois ajustes: multiplicar a carteira por um “factor de risco” (tipo 0.95) antes de somar aos trocos líquidos, ou subtraír 1000 trocos por cada pessoa convidada, para que os convites não influenciem o ranking. Em qualquer destes casos existem boas razões para fazer ou não fazer este ajuste.

    Mas um ranking global era realmente capaz de ser algo bem interessante de se ver.

    E depois, faltam umas boas eleições para chamar mais gente e aumentar a liquidez. Mas esta última sugestão teria de ser feita a outras entidades…

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