Pedro Magalhães

Gráfico actualizado

Presumindo que amostra da última Intercampus é inteiramente nova:

11 Comments

  1. eduardo.tome says:

    Até ao lavar dos cestos é vindima.

  2. Paulo says:

    Olhando para os últimos quatro “gráficos actualizados” o mínimo que se pode dizer é que, num mês, a aproximação PS PSD é consistente e avassaladora.
    Ou há algum facto novo mesmo muito significativo nos próximos tempos ou parece inevitável.
    Há uma fatia alargada de eleitores, abrangendo mesmo inesperados eleitores mais à esquerda, que quer forçar a presença do PS numa futura solução governativa,não permitindo uma inflexão completa à direita.
    Para quem Sócrates ou não Sócrates já não é sequer a questão.

  3. Núncio says:

    A “inflexão à Direita”, seja isso o que for, parece ter sido feita há vários anos, pelo menos seis. Tirando as iniciativas em sede de alteração do regime do casamento civil e do aborto, não vejo que tenham sido conduzidas políticas financeiras, económicas, sociais e culturais ditas de Esquerda (seja lá o que isso for, também).

  4. Taxa do emprestimo cobrada pela União Europeia (cerca de 2/3 dos 78 mil milhões de €)- 5,5%….Será este o evento que poderá alterar as tendencias das sondagens? ou ainda acentua-las?…vai baralhar as contas…

  5. falaferreira says:

    Eu escrevi no meu blog, no dia 25 de Março, que Sócrates tratou de demitir-se a tempo de disputar as eleições. Conseguiu juntar três fatores:
    1) Os elogios de Merkel e Junker ao PEC IV;
    2) Uma desconfiança generalizada dos fazedores de opinião (e alguns empresários) em relação a Passos Coelho;
    3) Ser ele a definir, em conjunto com o FMI, o programa do próximo governo… o que impede o PSD de dizer em que vai ser diferente.
    Na altura faltou-me coragem para dizer que o PS ia ganhar as eleições. Mas cada vez estou mais convencido que, de facto, vai!!!

  6. João Vasco says:

    Continuo a apostar que Sócrates vai perder.

    Se Passos Coelho não for o próximo primeiro ministro levo um enorme rombo no «Trocas de Opinião», mas não estou preocupado: ele será o próximo primeiro ministro.

    Esta aproximação do PS ao PSD resulta apenas de um aumento de indecisos entre o voto no PSD e no CDS-PP. E estou disposto a apostar muitos trocos na verdade destas palavras.

  7. iv says:

    Uma vez que se sabe que a amostra da Intercampus não é completamente nova, isso deverá ter efeitos nos dados/metodologia associada ao gráfico?

  8. Pois. Na verdade, aqui só deveriam entrar amostras novas. Pelo que estou a ponderar se as deixo entrar uma sim uma não, única maneira que estou a ver de garantir isso.

  9. MAF says:

    Eu também continuo a achar (esperar…) que o PSD vai ganhar. Se não ganhar, acho que realmente a política em Portugal é de facto muito estranha e incompreensível.

    Em todo o caso, queria ouvir a opinião do Pedro Magalhaes sobre se será possível (teoricamente sei que é, mas se será expectável nas condições concretas em Portugal) um cenário em que o PS ganha, mas que o governo acabe por ser do PSD+CDS (quer porque estes tenham maioria absoluta, quer porque tenham apenas mais votos que o PS, e consigam p.ex. acordos parlamentares com os socialistas).

    Mário

  10. Há sempre cenários possíveis para quase tudo. Por exemplo, é possível que o PS tenha mais votos que o PSD mas menos deputados, e que PSD+CDS formem maioria.É também possível que o PS tenha mais votos E deputados que o PSD, mas que PSD+CDS, mesmo assim, ainda formem maioria absoluta. Tudo depende de caprichosas distribuições de votos a nível nacional e dos círculos. Sobre se é expectável…Estes cenários aparecem em resultados parecidos com os que temos hoje nas sondagens: PSD e PS muito próximos mas acima dos 30% e CDS claramente acima dos 10%. É o melhor que posso dizer sobre se é expectável… Mas tudo depende também depois do PR, etc.

  11. MAF says:

    Pois, o que quase de certeza acontecerá é uma situação bastante complexa, pelo que certamente o papel do PR será importante…

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