Pedro Magalhães

Grécia

As eleições na Grécia começam a aquecer (não, não tenciona ser uma piadinha parva). São no dia 16, mas a divulgação de sondagens públicas terminou anteontem. Não é fácil – para quem não saiba grego – coligir informação completa e fidedigna sobre resultados de sondagens. O melhor a que cheguei foi o que se segue. No caso das últimas sondagens, na ausência de estimativas sobre “Outros, brancos e nulos”, faço, para fins de redistribuição, duas pressuposições: a primeira, comum, é a de redistribuição proporcional dos indecisos; a segundo é a de que as estimativas dos OBN’s para as últimas sondagens são iguais às do instituto respectivo em cada sondagem mais recente.

A diferença entre ND e PASOK tem sido sempre reduzida, mas sempre com vantagem para a ND. Claro que se a ND perder não faltará quem atribua isso ao factor dos fogos florestais, mas é ainda cedo para saber. O certo é que a diferença entre ND e PASOK apertou nas sondagens a partir do início de Junho, e não agora. Em 2004, as sondagens andaram todas muito, muito perto dos resultados finais (ND: 45,4%, PASOK: 40,5%), depois de redistribuidos os indecisos.

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