Pedro Magalhães

Marktest, 18-23 Março, N=805, Tel.

PSD: 46,7%
PS: 24,5%
BE: 8,9%
CDU: 6,7%
CDS-PP: 6,3%

Aqui.

A primeira sondagem feita e publicada após a divulgação do PEC 4 é divulgada depois da votação do PEC mas com o trabalho de campo terminado antes (para 82% das entrevistas) da votação.

8 Comments

  1. Augusto says:

    È uma sondagem da Matktest e está tudo dito…

    Ao Cavaco tambem davam 70%.

  2. MFerrer says:

    Com quantas respostas válidas?

    Força!
    Manipulem e chamem pelo FMI. Vai ser um fartote de gente faminta e com saudades…

  3. eduardo.tome says:

    Menos de 900 entrevistas, uma taxa de resposta de 20%, e na ultima sondagem das presidenciais, Cavaco com 64%. Ou seja estes resultados são bem capazes de serem bastante enviezados para a favor do PSD. Isto é mais ou menos o pior cenário possível para a esquerda.

  4. andré says:

    Esta nova sondagem reduz as suas dúvidas sobre as possibildades de uma grande vitória do PSD, tão bem expressas na sua última série de posts? Ou nem por isso?
    Obrigado.

  5. Olá. Obrigado pela pergunta. A novidade é a ampliação da distância do PSD em relação ao PS, e não é irrelevante. Mas continuo com dúvidas.

    Por um lado, é difícil escapar à constatação de que os resultados da Marktest são outliers em relação aos restantes. Isso não implica que estejam a medir mal as intenções dos eleitores: todas as outras podem ser aquelas que estão a captar incorrectamente essas intenções. Mas se nas Europeias foi isso que aconteceu, nas Presidenciais aconteceu o inverso.

    Por outro lado, esta sondagem, a ter medido qualquer coisa de novo – descontando erro amostral e tudo o resto que pode fazer com que mudanças nas sondagens não reflictam mudanças reais – mediu a apresentação do PEC4. Não mede ainda o desfecho, e como expliquei, acho que vai haver ainda muita luta retórica, com potenciais efeitos políticos, sobre causas e consequências do que se passou.

    Finalmente, o estudo que fiz com o Miguel e o Luis sugere uma coisa interessante: as sondagens conduzidas em torno de 8-9 semanas antes das eleições tendem a estar mais longe dos resultados eleitorais quer das imediatemente anteriores quer das que são feitas mais próximo das eleições. Isto sugere que, se quisermos ter uma ideia do que se vai passar, temos de olhar quer para os “fundamentals” – que já se encontram fixados bem antes da eleição, daí o sucesso dos modelos de forecasting – quer para os momentos finais – em que os indecisos e pouco “fixos” finalmente tomam as suas decisões. Este momento é ainda um pouco um “limbo”.

    Dito isto, esta sondagem não é irrelevante: como mero item de informação, ela significa que podemos ter um pouco mais de confiança na probabilidade de que, neste momento, o PSD tenha intenções de voto em número substancialmente superior ao PS. E isso é importante saber.

  6. Dani girl says:

    Concordo plenamente e gostaria de sugerir a colocação de link para partilha no Facebook, Twitter e etc pois acredito que as pessoas precisam divulgar estas informações. Com a nossa imprensa estamos bem tramados. Não fosse por exemplo o Público arredondar 46,7% para 48%. Isto é que é margem… mas de manobra!

  7. João Vasco says:

    No Trocas de Opinião já andei a ver se comprava contratos em como Passos Coelho vai ser o próximo primeiro ministro.
    Aquilo voltou a funcionar, certo?

    O que vai acontecer com os contratos cujas transacções ficaram suspensas (como o da casa dos representantes nos EUA)?

  8. andré says:

    Ok. Obrigado pela resposta e cumprimentos.

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