Pedro Magalhães

Rescaldo Oeiras

1. Mais uma vez – já são três seguidas – a sondagem pré-eleitoral conduzida mais perto das eleições não foi a mais precisa. Mas a relação entre precisão e dimensão da amostra confere.

2. Precisão das sondagens à boca das urnas inferior ao padrão habitual. Sobre isto, uma história curiosa: ontem, durante o dia, recebi relatos de locais de voto em Oeiras onde os inquiridores da Católica eram insistentemente assediados por indivíduos que se ofereciam para votar na sondagem, rondando as equipas durante toda a tarde. Eram, segundo os relatos, apoiantes de Isaltino Morais. Apesar dos cuidados em evitar “amostras voluntárias”, a sobrestimação geral da margem de vitória em todas as sondagens pode ter a ver com este, chamemos-lhe assim, “excesso de entusiasmo”.

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